O clamor das ruas...nas urnas.


O povo demonstrou nas urnas um amadurecimento político digno de uma democracia plena. Não falo isso somente por que meu candidato se elegeu.
O poder emana do povo, que o exerce através do voto, e com esta arma em mãos - as vezes materializada como um chicote - o povo decide, escolhe, vota. 

Vota para eleger, para aprovar, para colocar no poder.
Mas também, com a mesma intensidade vota para reprovar, para demitir, para retirar do poder quem não fez por merecer o "voto de confiança".

Isso é foi demonstrado pela vitória maiúscula da oposição municipal em várias cidades do nosso estado. 
Em Belém o Prefeito Duciomar Costa não conseguiu nem fazer graça com seu candidato a sucessor, foi o mais rejeitado.
Em Ananindeua o prefeito Helder Barbalho não conseguiu eleger seu sucessor. Vitória de Manoel Pioneiro.

Aqui o povo proclamou a liberdade democrática demitindo de vez o grupo que nos governava por 8 anos. O índice de rejeição ao prefeito e seu candidato ficou em torno de 60%. 

O povo resolveu escolher a mudança. 

Ao grupo vencedor cabe agora entender este recado das urnas. O povo é agente ativo do processo democrático. E todo este povo que disse não a situação vai exercer seu direito de cobrar resultados deste governo que vai se iniciar.




Comentários

  1. Luiz Mário de Melo e Silva8 de outubro de 2012 16:49

    Sentada a poeira e baixada a maré, ficou mais claro que a luz solar a alienação tentada por pseudoeducadores comprados a peso de ouro. Parabéns ao povo izabelense que não se vendeu nem se rendeu àqueles que se medem pelo vil metal...

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  2. Luiz, apesar de às vezes seres duro com tuas palavras não posso deixar de exteriorizar minha admiração e apreciação por teu trabalho. Meus parabéns! Você é um dos sons que confluído com os demais representa a voz do povo izabelense.

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    1. Luiz Mário de Melo e Silva9 de outubro de 2012 10:22

      Noeme, há uma música cuja letra diz: "Eu sou do povo/ Eu sou um Zé ninguém/ Aqui embaixo as leis são diferentes", e ela retrata fielmente a dureza da condição em que povo se forma. Portanto, a autenticidade do povo (sua marca maior) reside nesta condição e não na dissimulação, como os fatos do dia a dia atestam. Obrigado pelo comentário e participação no blog. Agradecimento extensivo ao Professor Luiz Santtos pela acolhida.

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