O Xadrez e a política.


Rubem Alves tem uma crônica sobre Xadrez e Politica. Digo o jogo de xadrez antes que alguém diga que não tem nada haver uma coisa com outra.

O autor ressalta que “há muitos estilos diferentes no jogo. Mas, qualquer que seja o estilo, uma coisa é certa: As regras são fixas. Os jogadores tem liberdade para escolher o estilo, mas não tem liberdade para escolher as regras”.

É difícil jogar este jogo com ética pois seus adversários desconhecem tais valores. A ética é um empecilho para quem não tem limites na busca do poder.

Indivíduos que poderiam se dispor a abrir mão de seus interesses chauvinistas para ajudar a construir um mundo melhor – e coletivo - passam a gritar aos quatro ventos, anunciando erros, má vontade, corrupção, e todo mal que possa haver, nem que seja só na imaginação individualista usada para defender naco.

Há uma única pergunta: "Que movimento fazer para derrotar o adversário?" Isso é verdadeiro para o jogo de xadrez, o jogo econômico e o jogo político. Maquiavel, Marx e Weber sabiam disso.


Este parece ser o principal papel de quem não quer ajudar: criticar, desmerecer, causar polemica usando os princípios democráticos.

As coisas estão acontecendo. E muito melhor do que estar acontecendo, é a forma como esta sendo feita com: Competência e transparência. Nosso povo esta vendo as coisas acontecerem e com menos de um ano de governo a cidade já tem a cara da mudança, já tem foco em nossa gente.

Todos os movimentos que são feitos pela gestão são alvos de ataque de em não pode – por pura incompetência – construir quando teve a chance. Criticaram a entrega das casas populares, o governo municipal mostrou que não era conivente com nenhuma irregularidade e identificou e sanou todos os erros.

Focado em sua proposta de construir o novo, de cuidar de nossa cidade e cuidar de nossa gente o governo municipal segue firme e mesmo que haja ventos contrários, a força de vontade supera oposições desregradas.

Habilmente o prefeito sabe lidar com diversos partidos que apoiaram o projeto de mudar nossa cidade, e mesmo que não apoiou esta revendo seus conceitos e reconhecendo que o trabalho esta sendo feito. 

Claro que inconformados ainda persistem em criticar ao invés de construir. A esses a história reserva o lugar dos ociosos: o esquecimento

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