sábado, 22 de março de 2014

Politica Assistencialista.


A política assistencialista, parte do princípio de se tirar proveito da miséria alheia e desta forma pousar-se como herói incontestável. É quando o político ciente da condição precária ou da má qualidade de vida do cidadão, lhe oferece um alívio momentâneo que refresque por tempo limitado a situação deplorável em que vive este determinado cidadão.

A fome por exemplo, só quem passou por ela é capaz de saber sua real crueza, sua verdadeira voracidade, e quando aparece alguém ofertando um prato de comida, o faminto tem por este alguém, uma infinita e leal gratidão.

É a vida de gado de um povo que mesmo marcado ainda consegue esboçar sinais de felicidade. A política assistencialista é formada por políticos muitas vezes inescrupulosos que se escondem por trás de uma suposta boa ação para desta forma tirar proveito próprio.

É saber jogar sujo, e aos olhos das vítimas parecer limpo, é aprontar e ser respeitado ou defendido pelo povo. Não importando suas ações, o político que pratica o assistencialismo está isento de críticas pois se encontra protegido pelo escudo blindado do rouba mas faz.

É na ausência de dignidade social que se prolifera o assistencialismo, é na condição desconfortável do pobre que o político lhe rouba a consciência, é em sua saúde frágil, na escassez de seu dinheiro que o pobre sente pelo político uma enorme gratidão e quando não, uma paixão idolatrada.

A política assistencialista está longe de ser uma política socialista, a primeira é ilusória, enganadora, parece boa mas é egoísta, pois serve especialmente para promover políticos onde estes perpetuam-se no poder, a política assistencialista não combate a miséria não lhe é interessante este combate. A política socialista, prima pela melhor distribuição de renda, visa oportunidades onde o pobre possa ser capaz de suprir suas necessidades com condições básicas de dignidade.

Não é interessante o fim da miséria para o político assistencialista, pois a miséria do cidadão condiciona o político permanecer no poder como cordeirinhos quando na verdade são lobos devoradores.

Se não houver meios de se fazer uma política limpa, onde os princípios de dignidade seja para todos os cidadãos viveremos presos às vontades das classes dominantes que não se mobilizam para o fim da miséria instalada neste país e também nesta América.

É preciso livrar-nos desta pratica e termos a consciência de que o assistencialismo como promoção eleitoreira é um terrível tumor que deve ser arrancado das entranhas da política e da consciência do eleitorado.

É no entanto dar ao homem, não unicamente o peixe, mas proporcionar condições para que este mesmo homem pesque com autonomia, sem subordinação. A política justa, parte do princípio onde as pessoas não tenham que viver de esmolas, mas que tenham condições auto-suficientes para suprir o mínimo de suas necessidades.

É claro que percebendo o nível de esclarecimentos de alguns esta politica assistencialista se transveste, muitas vezes, de um "ensinar a pescar" quando vemos alguns assistencialistas profissionais apresentando propostas disfarçadas de investimento social.

Atuam estes assistencialista por pura incompetência de resolver o problema de forma determinante e definitiva.
Abaixo a política assistencialista com sua hipocrisia podre e egoísta, política insana que sobrevive da famigerada miséria de seu povo.

quarta-feira, 12 de março de 2014

Sessão Câmara Municipal - 11 de Março de 2014


As pessoas que a gente sempre vê...

Na câmara municipal estavam lá presentes, não vou citar os nomes, mas todos conhecem. Os cidadãos interessados em entender, acompanhar e fiscalizar o trabalho dos vereadores...

...e pessoas que não foram vistas.

Muitas cadeiras ainda estão vazias. Nosso povo precisa participar mais das sessões da câmara. O plenário estava vazio...assim como a cadeira de três vereadores que não estavam na sessão.


sessão itinerante

Com o intuito de aumentar a participação popular a câmara realiza sessões itinerantes nos bairros e na comunidade. As próximas serão na comunidade Ferreira Pena e no Bairro Jardim das Acácias.

Leitura Bíblica.

Uma das novidades neste novo ano na câmara é a leitura de uma passagem bíblica: "Tu Senhor, Guardarás em perfeita paz aquele cujo propósito está firme, porque em ti confia" Isaías 26:3

Propostas que podem dar o que falar.
  • Criação do Distrito de Tacajós.
  • Criação de um Polo Industrial em Santa Izabel do Pará.
  • Lançamento do Bloco TOROTOTÓ ELÉTRICO - não é criado por lei, é uma proposta do nosso vereador Totó para o carnaval do ano que vem.

E por falar em carnaval...

Muito elogiado pelos vereadores a organização do carnaval por parte da prefeitura. Certo vereador chegou a afirmar que "AGORA PODEMOS DIZER QUE TEMOS CARNAVAL. POIS ANTES NÃO TÍNHAMOS.

...DIGNO DE NOTA

O vereador autor desta frase era um expoente da gestão anterior. Quando até a oposição elogia....é por que esta excelente o negocio.

Frase mal dita:
"Ela é uma pessoa humilde, mas é minha amiga". Vereador agradecendo a visita de uma "pessoa humilde" a sessão da câmara.



quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

O PT foi contra o PLANO REAL.


Como todo mundo sabe, o partido não ficou só na retórica: votou contra a MP do Real no dia 29 de junho de 1995. Foi além. Recorreu ao Supremo com uma ADI (Ação Direita de Inconstitucionalidade) contra o plano. E voltou ao tribunal para tentar derrubar a Lei de Responsabilidade Fiscal. Abaixo, um pouco do que disseram alguns patriotas.



Veja o que eles disseram do plano real:
Lula
“Esse plano de estabilização não tem nenhuma novidade em relação aos anteriores. Suas medidas refletem as orientações do FMI (…) O fato é que os trabalhadores terão perdas salariais de no mínimo 30%. Ainda não há clima, hoje, para uma greve geral, mas, quando os trabalhadores perceberem que estão perdendo com o plano, aí sim haverá condições” (O Estado de S. Paulo, 15.1.1994).
“O Plano Real tem cheiro de estelionato eleitoral” (O Estado de S. Paulo, 6.7.1994).
Guido Mantega
“Existem alternativas mais eficientes de combate à inflação (…) É fácil perceber por que essa estratégia neoliberal de controle da inflação, além de ser burra e ineficiente, é socialmente perversa” (Folha de S. Paulo, 16. 8.1994).
Marco Aurélio Garcia
“O Plano Real é como um “relógio Rolex, destes que se compra no Paraguai e têm corda para um dia só (…) a corda poderá durar até o dia 3 de outubro, data do primeiro turno das eleições, ou talvez, se houver segundo turno, até novembro” (O Estado de S. Paulo, 7.7.1994).
Gilberto Carvalho
“Não é possível que os brasileiros se deixem enganar por esse golpe viciado que as elites aplicam, na forma de um novo plano econômico” (“O Milagre do Real”, de Neuto Fausto de Conto).
Aloizio Mercadante
“O Plano Real não vai superar a crise do país (…) O PT não aderiu ao plano por profundas discordâncias com a concepção neoliberal que o inspira” (“O Milagre do Real”, de Neuto Fausto de Conto)
Vicentinho, atual líder do PT na Câmara dos Deputados
“O Plano Real só traz mais arrocho salarial e desemprego” (“O Milagre do Real”).
Maria da Conceição Tavares
“O plano real foi feito para os que têm a riqueza do País, especialmente o sistema financeiro” (Jornal da Tarde, 2.3.1994).
Paul Singer
“Haverá inflação em reais, mesmo que o equilíbrio fiscal esteja assegurado, simplesmente porque as disputas distributivas entre setores empresariais, basicamente sobre juros embutidos em preços pagos a prazo, transmitirão pressões inflacionárias da moeda velha à nova” (Jornal do Brasil,  11.3.1994).
“O Plano Real é um arrocho salarial imenso, uma perda sensível do poder aquisitivo de quem vive do próprio trabalho” (Folha de S.Paulo, 24.7.1994).
Gilberto Dimenstein
“O Plano Real não passa de um remendo” (Folha de S.Paulo, 31. 7.1994 ).

Resultados e desdobramentos do Plano Real:
  • Aumento do poder aquisitivo das famílias brasileiras;
  • Modernização do parque industrial brasileiro;
  • Crescimento econômico com geração de empregos
  • Controle da Inflação.

Aécio Neves destaca Real como ação de maior inclusão social do Brasil


Brasília (DF) – O senador Aécio Neves afirmou, nesta terça-feira (25/02), que o Plano Real foi o maior programa de inclusão social do Brasil, ao acabar com a hiperinflação no país. Aécio participou, em Brasília, da sessão solene que lembrou os 20 anos do Plano Real, com a presença do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, lideranças do PSDB e dos presidentes do Senado, senador Renan Calheiros, e da Câmara dos Deputados, deputado federal Henrique Eduardo Alves.
Aécio Neves afirmou que o plano que acabou com a inflação no Brasil e trouxe a estabilidade da moeda foi o programa de maior alcance e inclusão social no país ao permitir melhoria na vida de todos os brasileiros.
“Se há um ponto fundamental para essa melhoria da condição de vida da população, melhoria das expectativas do mundo em relação ao Brasil, foi exatamente o Plano Real. Me orgulho muito de estar aqui hoje ao lado do presidente Fernando Henrique, um dos principais construtores dessa extraordinária transição. Celebramos aqui no Congresso Nacional o maior programa de distribuição de renda da história do Brasil. Foi o momento de demonstrarmos que apenas o esforço coletivo permite que Brasil avance. Foi uma bela festa, uma bela homenagem, àquele que foi o mais sólido plano de estabilidade da moeda feito no mundo”, afirmou em seu discurso na tribuna.
Descaso do PT com a inflação
Em entrevista após a sessão, Aécio Neves lamentou a ausência de representantes do governo federal na solenidade de hoje e lembrou que o PT negou apoio ao Plano Real na época em que a população mais sofreu com a hiperinflação e a escalada de preços.
“Em uma celebração tão importante para o trabalhador brasileiro, não termos aqui sequer um representante governista. Não tivesse havido o Plano Real, não tivesse havido a estabilidade da moeda, não teria havido o governo do presidente Lula, com crescimento econômico. Acho que o PT não se fez presente aqui hoje por constrangimento. Constrangimento daqueles que consideraram, lá atrás, o Plano Real um estelionato eleitoral simplesmente porque não atendia aos interesses da sua candidatura presidencial”, disse Aécio Neves.
Em 1994, o Plano Real pôs fim a mais de 10 anos de hiperinflação e de perdas financeiras das famílias. Durante dez anos, a inflação consumia o salário dos trabalhadores. Em abril de 1990, a inflação acumulada em 12 meses chegou a 6.821%. O Plano Real pôs fim ao alto custo de vida e permitiu aos brasileiros dar início a um novo ciclo no país.

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

12º BPM Pará tem novo comando em Santa Izabel do Pará

O 12º BPM de Santa Izabel do Pará tem um novo comando: é o Ten Cel Jair dos Santos que assumiu no lugar do Ten Cel Dilson Junior.

Em reunião na comunidade de Caraparu o novo comandante falando para a comunidade que atua de forma operacional e ativa junto a comunidade: "Não sou de ficar em gabinete, gosto de atuar, de conhecer a região e agir juntos com meus comandados".

A comunidade aprovou a postura do Tenente Coronel e colocou-se a disposição para ser parceira da PM em nossa cidade.

A população de nossa cidade, povo ordeiro e receptivo, recebe o novo comando com a expectativa de um trabalho voltado para gerar a segurança que nossos moradores necessitam através de um trabalho integrado entre a gestão municipal, presente na reunião, e os órgãos de segurança. 

SUB-COMANDANTE É IZABELENSE.


 Uma das novidades que nos enche de orgulho é o fato do sub-comandante do 12 BPM ser genuinamente izabelense. Trata-se do Major Rosilan que já atuou em nossa cidade por dez anos e antes de retornar era o comandante da A 9º CIP - Companhia Independente da Polícia Militar - São Miguel do Guamá. É um oficial de carreira sólida e inquestionável na polícia militar de nosso estado e que conhece a realidade do nosso município. O mesmo já chegou mostrando a que veio: tem participado de reuniões com a gestão municipal, interagindo com os demais órgãos e realizando ações em nossa cidade. Seja bem vindo.


Não resta dúvida que a mudança no Comando terá repercussões positivas no que concerne ao patrulhamento ostensivo das vias públicas e no bom relacionamento do policial para com a população que inclusive é um pilar defendido pelo oficial.


terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Revista Época destaca estrutura milionária da campanha de Helder Barbalho


Uma reportagem da revista "Época" dessa semana vem mostrando a estrutura milionária que o ex-prefeito de Ananindeua, Helder Barbalho, e o deputado estadual Rodrigo Jucá, de Roraima - ambos do PMDB e filhos de pais de políticos que adquiriram grandes patrimônios durante a vida pública, que inclui empresas de rádio e retransmissoras de televisão, têm à disposição para disputar as eleições estaduais deste ano.

Sobre Helder, a matéria cita o programa de uma hora de duração que o peemedebista possui em uma das oito rádios dos Barbalho, que ainda têm quatro retransmissoras de televisão e um jornal, ressaltando que a estreia do peemedebista foi precedida por uma campanha publicitária feita pela rádio e pela RBA, um dos canais de televisão da família Barbalho.

Ele se manterá no rádio até o início da campanha eleitoral. A mesma rádio promove o programa do "Hélder no meu bairro", que oferece serviços de exames médicos simples, dentistas, atendimento jurídico e emissão de documentos, como carteira de trabalho, certidão de nascimento, e até cortes de cabelo.


Além disso, como vice-presidente do PMDB, Hélder tem visitado cidades do interior com a projeto "O que o Pará quer". Nas cidades visitadas, diz "Época", "os prefeitos costumam alugar ônibus para levar cidadãos e formar uma claque".

A reportagem lembra, ainda, que o Ministério Público Federal do Pará acusa o PMDB, cujo presidente é o pai de Helder, o notório senador Jáder Barbalho, de fazer campanha antecipada a favor do ex-prefeito de Ananindeua e pede que o partido perca 47 minutos do seu tempo de propaganda.

Prefeitura - A matéria feita pelo jornalista Leandro Loyola, traz ainda um balanço dos oito anos em que Helder se manteve à frente da segunda maior cidade do Pará. Um dos feitos da gestão do peemedebista foi a inauguração de um conjunto com o nome do pai, Jader Barbalho. "A placa de inauguração foi descerrada pelo próprio homenageado e, para não deixar dúvidas, tinha uma foto de Jader", diz a reportagem.

A matéria fala ainda da obra inacabada de um estádio de futebol e da falta de repasse de R$ 1,8 milhão ao fundo de pensão dos funcionários da prefeitura, o que gerou, inclusive, denúncias do Ministério Público. Hélder também ampliou o número de funcionários contratados sem concurso, parte deles por indicação política. Segundo o IBGE, entre 2009 e 2012 o número de comissionados cresceu 38%, subindo de 2.939 para 4.056 servidores. 

Fonte: Amazônia Jornal

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Encenação política e assistencialismo.




O que penso sobre esta encenação toda é que temos um candidato em campanha antes do tempo legal. Ouvir o Pará? Conhecer o Pará? Ha menos de um ano para eleição? Isso é para lançar-se candidato, e fazer propaganda antes do tempo previsto.

Helder Barbalho está colocando em prática o assistencialismo com um programa "Helder Barbalho no meu Bairro" difundido através da Rádio Clube na RBA de propriedade do pai dele e com isso está manipulando muitas pessoas pelo interior do Pará e Região Metropolitana com assistência médico-hospitalar e serviços sociais e para quem bem analisa a politica no estado do Pará nos dois mandatos dele na prefeitura de Ananindeua ele manteve um assistencialismo similar ao está fazendo agora 

A campanha antecipada ainda inclui o jornal utilizado para atingir o governo estadual sem se importar de como a imagem dos paraenses é retratada pois se vivemos em um estado sem lei, o que somos?

Apoiado na presidência da Famep – Federação das associações dos municípios do Estado do Pará tem rodado quase todos os municípios paraenses como mandatário da entidade. Ganhou vários apoios (leia-se prefeitos, importantes cabos eleitorais) nesse processo. Seu eleitorado ainda está restrito a RMB, mais precisamente Ananindeua, município que geriu por dois mandatos. Em jogada de mestre Jáder vem preparando Helder para ser governador, isso incluiu a sua presidência da referida federação.

O que pesa contra Helder é o que carrega desde quando nasceu: o sobrenome Barbalho. A cada eleição, seu pai, Jáder, perde votos pelo estado do Pará. Isso poderá ser estendido também ao seu filho, muito mais pela desconfiança e desconhecimento a nível estadual do que pelo histórico pessoal político.

A definição para governo em 2014 deverá ficar restrita ao PSDB x PMDB, o PT passará a ser coadjuvante por dois motivos: falta de um nome competitivo e os acordos firmados em Brasília, muito mais favoráveis ao PMDB na questão do executivo do que ao próprio PT. E ao PT o que sobraria? A disputa pela única vaga ao senado com Paulo Rocha pleiteando eleger-se. Acordos são acordos...



Imagens do Abandono do Patrimônio Histórico

Hoje foi dia de lutarmos pelo patrimônio Histórico izabelense. Visitamos a centenária escola SILVIO NASCIMENTO. E Infelizmente o que vi...