quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Encenação política e assistencialismo.




O que penso sobre esta encenação toda é que temos um candidato em campanha antes do tempo legal. Ouvir o Pará? Conhecer o Pará? Ha menos de um ano para eleição? Isso é para lançar-se candidato, e fazer propaganda antes do tempo previsto.

Helder Barbalho está colocando em prática o assistencialismo com um programa "Helder Barbalho no meu Bairro" difundido através da Rádio Clube na RBA de propriedade do pai dele e com isso está manipulando muitas pessoas pelo interior do Pará e Região Metropolitana com assistência médico-hospitalar e serviços sociais e para quem bem analisa a politica no estado do Pará nos dois mandatos dele na prefeitura de Ananindeua ele manteve um assistencialismo similar ao está fazendo agora 

A campanha antecipada ainda inclui o jornal utilizado para atingir o governo estadual sem se importar de como a imagem dos paraenses é retratada pois se vivemos em um estado sem lei, o que somos?

Apoiado na presidência da Famep – Federação das associações dos municípios do Estado do Pará tem rodado quase todos os municípios paraenses como mandatário da entidade. Ganhou vários apoios (leia-se prefeitos, importantes cabos eleitorais) nesse processo. Seu eleitorado ainda está restrito a RMB, mais precisamente Ananindeua, município que geriu por dois mandatos. Em jogada de mestre Jáder vem preparando Helder para ser governador, isso incluiu a sua presidência da referida federação.

O que pesa contra Helder é o que carrega desde quando nasceu: o sobrenome Barbalho. A cada eleição, seu pai, Jáder, perde votos pelo estado do Pará. Isso poderá ser estendido também ao seu filho, muito mais pela desconfiança e desconhecimento a nível estadual do que pelo histórico pessoal político.

A definição para governo em 2014 deverá ficar restrita ao PSDB x PMDB, o PT passará a ser coadjuvante por dois motivos: falta de um nome competitivo e os acordos firmados em Brasília, muito mais favoráveis ao PMDB na questão do executivo do que ao próprio PT. E ao PT o que sobraria? A disputa pela única vaga ao senado com Paulo Rocha pleiteando eleger-se. Acordos são acordos...



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