quarta-feira, 16 de março de 2016
terça-feira, 15 de março de 2016
segunda-feira, 14 de março de 2016
Lição de sala de Aula...
1. Certificar-se de que estamos falando para o público certo. Não estamos na sala errada, 2. nem falando para um público diferente daquele previamente definido. Mas aqueles que de antemão frequentam a nossa classe ou palestra.3. O nosso volume de voz é apropriado. 4. E que lá no fundo da sala também somos ouvidos. 5. Nosso vocabulário é decifrável.6. Que a partir de todos os ângulos a turma possa ver os slides apresentados.
Mas imagine um “professor desatento”.
Tem um público de 40 pessoas, mas desde o início anuncia que fala apenas para 2. Aqueles 2 são os únicos a receberem seu olhar e sua relevância.
O professor desatento está em apuros.
Para piorar o cenário, após a aula ou conferência o professor reclama do comportamento da maioria dos participantes. Que ninguém aprendeu nada, que os meninos não estudam, não lêem e bla bla bla.
Eis um professor desatento.
Trazendo esta experiência para uma certa politica municipal de um empresário que quer ser politico que ainda não entendeu que:
Qualquer mensagem política tem o seu destinatário
Se a comunicação política de um candidato é descoberta, é possível analisar para quem ele está falando. Porque os gestos políticos e a mensagem constroem a imagem do candidato, na percepção daquele a quem é destinada a comunicação.
É verdade que em uma campanha eleitoral que você não pode falar a todo o eleitorado (que seria como o professor que fala também para os vizinhos e até mesmo para todo o bairro). Mas uma coisa é a segmentação e outra é falar a uma minoria restrita e pequena.
Não tendo o contato com o povo e sua diversidade cultural, econômica e social o candidato a politico direciona suas falas de forma mecânica e individual. Falta-lhe experiencia de povo, de gente, de convívio.
Comunica assim que não esta preparado para o que anseia. Ainda bem que temos a opção do trabalho e da experiência que se comunica com o povo através da identificação de suas demandas e do atendimento das mesmas.
quinta-feira, 3 de março de 2016
segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016
De Empresário a Político: Transição difícil - Parte I
Historicamente Santa Izabel do Pará teve, pelo menos nestas ultimas décadas, dois empresários que se tornaram políticos e chegaram ao executivo. Simão e Abreu.
É uma transição difícil pois os empresários não conseguem chegar ao executivo na imensa maioria das vezes.
O que os afasta?
Primeiro podemos analisar que o jogo empresarial exige habilidades especificas que nem sempre são direcionadas para o meio político.
A administração empresarial é fortemente orientada pelo patrimonialismo do empresário. O que ele visa é expandir seus negócios, aumentar seus lucros, seus...seus...seus. Isso faz com que a relação com fornecedores, sócios e principalmente com seus funcionários seja direcionada neste sentido.
Já o administrador publico visa o lucro social, visa a coletividade, seus projetos precisam ouvir e atender diversos interesses e precisa saber falar a linguagem plural para conseguir aprovar seus projetos.
O empresário pode até saber conseguir mercado consumidor com posicionamento agressivo no mercado publicitário. Porém para conseguir votos é preciso ir além, conquistar a confiança.
E quando o dever de casa, digo da empresa, não é feito o problema aumenta. Quando a maioria dos funcionários não aprova o patrão, usa a eleição para lhe mandar um recado: no silêncio das urnas é feito o deposito, contra muitas vezes a exploração da mão de obra, os baixos salários, os assédios.
Outro fator a ser analisado é que nem sempre o bom empresário é um bom gestor público. São formações e habilidades diferenciadas.
Já tivemos casos onde o empresário quebrou a prefeitura por sua ação e quebrou sua empresa por omissão.
O eleitor visto como mercado consumidor pelo empresário também tem seus caprichos e sabe fazer contas e questionamentos:
a) Por que um empresario que fatura milhões mês aceitaria ganhar em 04 anos de mandato o que sua empresa lucra em um dia?
b) Por que deixar de ser comandante, patrão e passar a ser empregado do povo?
c) Qual o interesse não revelado em ser a maior autoridade do município?
Perguntas de quem lê.
* Texto inspirado em um artigo do jornal A opção.
Luiz Santos é Pós-graduado em Gestão Pública pela UFPA.
Gosta de política.
Gosta de perguntar...pois perguntar não ofende e quem tem coragem responde.
terça-feira, 23 de fevereiro de 2016
Lideranças fecham aliança rumo a 2016.
O Encontro Estadual do PSC realizado no ultimo final de
semana na câmara municipal de castanhal
contou com a presença do Prefeito Gilberto Pessoa que consolidou junto ao vice
governador e Presidente estadual do PSC
Zequinha Marinho a aliança politica rumo as eleições de 2016.
O Vice Governador destacou a importância do município de
Santa Izabel do Pará no cenário politico estadual e em especial da Região Metropolitana
de Belém. Destacou a organização do PSC em nossa cidade e reforçou a parceria com
o prefeito Gilberto Pessoa.
Gilberto Pessoa ressaltou a importância do apoio do
vice-governador ao município assim como dos representantes do PSC no município que
comporão a parceria para o embate eleitoral de 2016.
Deve-se destacar na analise deste evento que:
- 1 O prefeito não está quieto como afirmam alguns opositores do povo, ele está construindo parcerias com lideranças fortes tanto dentro do município como a nível estadual.
- 2. O presidente do PSC Everaldo Rosa mostra sua liderança local na articulação destas parcerias.
Fotos do:
www.portalsantaizabel.net
domingo, 7 de fevereiro de 2016
Sobre Intrigas e fofocas da oposição....
Já há algum tempo a atual
gestão municipal tem sido alvo de difamações de um grupo de indivíduos que se
intitula como oposição.
Esclareço que sou totalmente
a favor da pluralidade e da democracia. E isso, em um Estado Democrático de
direito, deve ser usado em favor de discutir melhoras para o nosso município,
para a nossa gente.
E é por respeitar o processo
democrático que não nos devemos no calar diante de mentiras, acusações
infundadas e desrespeitosas. Insinuações incoerentes e irresponsáveis que em
nada agregam na luta pelo progresso de nosso município.
Seria tolice um governo que
desalojou tantos interesses, que derrubou anos de desmandos de um grupo que
agora quer voltar, seria ingenuidade acharmos que depois de fazer tudo o que
foi feito não teríamos oposição.
Esperamos uma oposição,
desde que de cunho politico, que trate dos reais interesses da cidade e não uma
prática acusatória irresponsável e falaciosa, com objetivos obscuros.
Quem
são estes acusadores?
O grupo é formado por
pessoas que querem o poder a qualquer custo.
Um grupo que nos últimos anos
não participou de nada em beneficio da cidade, que até agora não apresentou
nenhuma proposta concreta de oposição. Que tenta suscitar “Dúvidas” a partir de questões de pouca relevância e acusa
sem provas.
Com que objetivos eles agem
nas sombras?
Sem propostas. Sem projetos.
Sem ter embasamento em suas falácias o que eles acharam para aparecer foi dá
atenção à vida pessoal de qualquer membro desta gestão; Dão mais atenção as
fofocas do que aos assuntos relevantes para o município;
O que eles querem? Eles
querem voltar a agir livremente lesando nossa cidade; querem retomar à “coroa”
que o povo retirou de suas cabeças após oito anos de mandando indigesto para
nossa gente.
Analise quem são eles: todos
ligados a gestão anteriores; todos os que já tiveram sua chance e nada
fizeram. Muitos dos quais saíram da
administração publica pela porta dos fundos, outros que responderam ou ainda
respondem por seus desmandos.
.
Segundo O
Professor Borges da Silveira:
“Na
democracia, o papel da oposição é claro: fiscalizar
a administração, os atos dos governantes, atuar como agente capaz de
aperfeiçoar proposições de governo, ser catalisadora das demandas e
insatisfações populares e, de certa forma, ajudar o governo a errar menos e
administrar melhor, criticando, apontando equívocos e incongruências,
destacando as consequências de desacertos e denunciando erros e omissões.
Oposição competente contribui para se alcançar o objetivo da ação política.
Além disso, deve ser propositiva e apresentar caminhos diferentes dos atuais
para garantir maior eficiência do setor público e possibilitar o constante crescimento.”
A oposição Izabelense não segue esses parâmetros; é sempre contra e faz oposição por
oposição, sem linha definida e sem nenhuma coerência.
Acredito que
estar ao lado do governo não é apenas apoiar sem questionar ou contestar, assim
como ser oposição não é somente ser contra, mas sim debater e também
contribuir.
Esta dita
oposição izabelense mostra-se cada vez mais sem critérios e sem linha definida.
O que em minha visão, não é ruim apenas para nosso município, mas acima de tudo
para a democracia.
Faz-se necessário manter-se
o foco em nosso município e em suas potencialidades, pois é isso que nosso povo
quer e precisa.
Respeito ás famílias.
Respeito ao processo
democrático.
Vamos discutir propostas e
projetos para nossa cidade....pois quem tem ideias debate ideias, quem não tem ideias
ataca pessoas !!!
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