terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Revista Época destaca estrutura milionária da campanha de Helder Barbalho


Uma reportagem da revista "Época" dessa semana vem mostrando a estrutura milionária que o ex-prefeito de Ananindeua, Helder Barbalho, e o deputado estadual Rodrigo Jucá, de Roraima - ambos do PMDB e filhos de pais de políticos que adquiriram grandes patrimônios durante a vida pública, que inclui empresas de rádio e retransmissoras de televisão, têm à disposição para disputar as eleições estaduais deste ano.

Sobre Helder, a matéria cita o programa de uma hora de duração que o peemedebista possui em uma das oito rádios dos Barbalho, que ainda têm quatro retransmissoras de televisão e um jornal, ressaltando que a estreia do peemedebista foi precedida por uma campanha publicitária feita pela rádio e pela RBA, um dos canais de televisão da família Barbalho.

Ele se manterá no rádio até o início da campanha eleitoral. A mesma rádio promove o programa do "Hélder no meu bairro", que oferece serviços de exames médicos simples, dentistas, atendimento jurídico e emissão de documentos, como carteira de trabalho, certidão de nascimento, e até cortes de cabelo.


Além disso, como vice-presidente do PMDB, Hélder tem visitado cidades do interior com a projeto "O que o Pará quer". Nas cidades visitadas, diz "Época", "os prefeitos costumam alugar ônibus para levar cidadãos e formar uma claque".

A reportagem lembra, ainda, que o Ministério Público Federal do Pará acusa o PMDB, cujo presidente é o pai de Helder, o notório senador Jáder Barbalho, de fazer campanha antecipada a favor do ex-prefeito de Ananindeua e pede que o partido perca 47 minutos do seu tempo de propaganda.

Prefeitura - A matéria feita pelo jornalista Leandro Loyola, traz ainda um balanço dos oito anos em que Helder se manteve à frente da segunda maior cidade do Pará. Um dos feitos da gestão do peemedebista foi a inauguração de um conjunto com o nome do pai, Jader Barbalho. "A placa de inauguração foi descerrada pelo próprio homenageado e, para não deixar dúvidas, tinha uma foto de Jader", diz a reportagem.

A matéria fala ainda da obra inacabada de um estádio de futebol e da falta de repasse de R$ 1,8 milhão ao fundo de pensão dos funcionários da prefeitura, o que gerou, inclusive, denúncias do Ministério Público. Hélder também ampliou o número de funcionários contratados sem concurso, parte deles por indicação política. Segundo o IBGE, entre 2009 e 2012 o número de comissionados cresceu 38%, subindo de 2.939 para 4.056 servidores. 

Fonte: Amazônia Jornal

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Encenação política e assistencialismo.




O que penso sobre esta encenação toda é que temos um candidato em campanha antes do tempo legal. Ouvir o Pará? Conhecer o Pará? Ha menos de um ano para eleição? Isso é para lançar-se candidato, e fazer propaganda antes do tempo previsto.

Helder Barbalho está colocando em prática o assistencialismo com um programa "Helder Barbalho no meu Bairro" difundido através da Rádio Clube na RBA de propriedade do pai dele e com isso está manipulando muitas pessoas pelo interior do Pará e Região Metropolitana com assistência médico-hospitalar e serviços sociais e para quem bem analisa a politica no estado do Pará nos dois mandatos dele na prefeitura de Ananindeua ele manteve um assistencialismo similar ao está fazendo agora 

A campanha antecipada ainda inclui o jornal utilizado para atingir o governo estadual sem se importar de como a imagem dos paraenses é retratada pois se vivemos em um estado sem lei, o que somos?

Apoiado na presidência da Famep – Federação das associações dos municípios do Estado do Pará tem rodado quase todos os municípios paraenses como mandatário da entidade. Ganhou vários apoios (leia-se prefeitos, importantes cabos eleitorais) nesse processo. Seu eleitorado ainda está restrito a RMB, mais precisamente Ananindeua, município que geriu por dois mandatos. Em jogada de mestre Jáder vem preparando Helder para ser governador, isso incluiu a sua presidência da referida federação.

O que pesa contra Helder é o que carrega desde quando nasceu: o sobrenome Barbalho. A cada eleição, seu pai, Jáder, perde votos pelo estado do Pará. Isso poderá ser estendido também ao seu filho, muito mais pela desconfiança e desconhecimento a nível estadual do que pelo histórico pessoal político.

A definição para governo em 2014 deverá ficar restrita ao PSDB x PMDB, o PT passará a ser coadjuvante por dois motivos: falta de um nome competitivo e os acordos firmados em Brasília, muito mais favoráveis ao PMDB na questão do executivo do que ao próprio PT. E ao PT o que sobraria? A disputa pela única vaga ao senado com Paulo Rocha pleiteando eleger-se. Acordos são acordos...



PT vai apoiar o filho de Jader Barbalho para governador do Pará


Filho do senador Jader Barbalho, Helder Barbalho será candidato ao governo do Pará pelo PMDB, com apoio do PT (Foto: Jaderbarbalho.com)
Filho do senador Jader Barbalho, Helder Barbalho será candidato ao governo do Pará pelo PMDB, com apoio do PT (Foto: Jaderbarbalho.com)
Nota de Otávio Cabral, publicada em edição impressa de VEJA
PADRÃO HEREDITÁRIO
Filho do senador Jader Barbalho, Helder Barbalho [ex-deputado estadual e prefeito reeleito de Ananindeua, no Pará] será candidato ao governo do Pará pelo PMDB, com apoio do PT.
Para fortalecer o nome do filho no interior, Jader deu a ele um programa diário de uma hora na Rádio Clube, que pertence à família e é a quarta mais antiga do país.
Helder, que nunca foi radialista, conta com uma equipe de repórteres e faz críticas diárias ao governador Simão Jatene (PSDB).
Chegou até a organizar caravanas no interior nas quais os ouvintes podiam se cadastrar no Bolsa Família, tirar carteira de trabalho, cortar o cabelo, consultar um médico e até advogados.

Receita ...BBB




14ª edição. 14 anos. 14 Milionários. Centenas de esquecidos. E mais uma vez temos a Rede Globo protagonizando as discussões das redes sociais. Positivo ou negativo o assunto é globo. Mas bem...quero falar do BBB.

Os que não gostam do programa postam desabafos e toda a sua revolta com aqueles que prestigiam o reality, alegando ser um programa totalmente inútil, pobre culturalmente, de baixo nível e que é idiotice acompanhar aquela baboseira.

Os que gostam, alegam que se divertem com as tramas dos confinados, que torcem e vibram com as situações propostas. Até psicólogos dizem que dá pra avaliar as reações humanas em tempo real nas condições mais adversas possíveis e que idiotice é ver futebol, por exemplo.

Pois bem. Eis minha opinião. Eu acho um programa idiota sim, assim como acho assistir futebol idiota também. Entretanto, amo futebol e vejo sempre que posso.

Qual a diferença então? Bom, eu admito que assistir futebol é uma idiotice. Simples assim.

Eu sei que não ganho nada com isso, que perco meu tempo, que sofro, choro, rio, pulo, grito por um bando de caras que correm atrás de uma bola de couro e pior, ganham muito mais que eu. Admito que tem que ser muito idiota pra ver e ainda sofrer por futebol. Mas eu gosto. O futebol me traz emoções reais e salvo exceções, as coisas acontecem de forma visceral.

Mas fico impressionado com aqueles que gostam de BBB e não admitem a total falta de sentido em assistir aquilo. Porque aqueles que gostam, simplesmente não admitem que vêem uma idiotice?

Prefiro que alguém me diga: “- Olha eu sei que é uma besteira, mas me divirto. Sei que tudo aquilo é armado, que a edição privilegia quem quer, que os barracos são direcionados, que os participantes assassinam o português, que não há vida inteligente ali dentro, mas eu gosto... Gosto da mulherada gostosa ou gosto dos homens gostosos.”

Até porque não há mais nada a ver ali, convenhamos. Ora, é tão difícil assim admitir isso? 

O politicamente correto está matando a franqueza e fortalecendo cada vez mais a hipocrisia. Agora é proibido dizer o óbvio, dizer que o BBB é uma idiotice total, porque a galera que curte, acha que você é preconceituoso e blábláblá...

Gosta? Ok. Sem problema algum, Só admita que aquilo ali, é um total desprezo à qualquer forma de arte e cultura e que por ser em TV aberta deveria no mínimo prezar pela inteligência do público.

Pois, quando o Bial chama os BBBs de heróis, acho que os Ayrton Sennas da vida, as Irmãs Dulces da vida, os Rui Barbosas da vida estão se revirando no tumulo desgostosos de um dia terem sido brasileiros.

Eu admito, sou um idiota. Gosto de assistir futebol.


A.D

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Paz Armada


Paz Armada é um termo usado para descrever um período na história política da Europa (de 1885 a 1914), que se estende desde o fim da Guerra Franco-Prussiana até a eclosão da Primeira Guerra Mundial e é caracterizado:


  • Pelo forte desenvolvimento da indústria bélica das grandes potências;


  • E a crescente tensão nas relações internacionais.


Neste período não houve guerra no continente europeu. O que não significa dizer que não haviam tensões entre as nações por interesses conflitantes. 

Enquanto se diziam amigas, inimigas só se declarassem guerra, as nações sentavam a mesma mesa, dividiam o que podiam e claro, mantinham a boca fechada sobre suas reais intenções.

Cada um preparava suas armas, treinava seus soldados e configuravam alianças secretas para defender seus interesse.

Aprendizado da História:
A política baseia-se na máxima latina "Si vis pacem, para bellum"
Se queres a paz, prepare-se para a guerra.



quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Praça do Expedicionário é reinaugurada.



O grande historiador paraense Vicente Salles afirmou: Povo que não tem memoria não tem o que defender.

A memoria de nosso povo é tão importante quando nosso povo, pois é nossa historia, nossas construções patrimoniais reforçam nossas construções culturais que formam tudo o que somos enquanto povo.

A Praça do Expedicionário tem por função, além de espaço de encontros, de lazer, de passeios é um monumento à memória de cinco bravos izabelenses que lutaram como soldados da Força expedicionária Brasileira durante a participação do Brasil na II Guerra Mundial (1939-1945).

Dos 25.334 soldados enviados pelo Brasil para lutar na guerra, 05 bravos izabelenses se fizeram presentes, foram eles: Silvestre, Mateus da Silva Novaes, Elisio Brito, Manoel dos Prazeres e Paulo Figueiredo.

Os brasileiros que participaram da segunda guerra são considerados heróis pelas forças armadas, e até hoje, são homenageados em todo o país.

Em sua volta pra casa os Expedicionários izabelenses foram recebidos como heróis, foram homenageados com uma missa e com a inauguração, pelo prefeito Francelino Lobato, de um símbolo da guerra, a Bala de Canhão construída em concreto no largo da Igreja Matriz.
Em 1981, na gestão do prefeito Antônio Romão Foi construída a Praça do Expedicionário com diversas simbologias alusivas ao patriotismo: bala de canhão, Bandeira do Brasil, Símbolo da FEB, Brasão do município e os mastros com as bandeiras do Brasil, do Pará e de Santa Izabel do Pará.

E hoje, mostrando que todos os izabelenses, sejam os dos presentes e os do passado fazem parte dessa história é reconstruída e reinaugurada a praça do expedicionário, como um símbolo que representa não há guerra, mas a bravura de um povo defendida por estes cinco guerreiros da democracia.

Guerreiros que defenderam a bandeira do Brasil no front, que defenderam a democracia, e que acima de tudo defenderam o que diz o nosso hino municipal : “teus filhos te honrarão, mesmo distante de ti.”


Honremos então a memoria destes izabelenses, valorizando nossa terra, preservando este patrimônio da memoria izabelense.